Alimentos ultraprocessados: o que estamos consumindo?
- Educação Física, Esporte e Corpo

- 16 de jan.
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Atualizado: há 4 dias
Os alimentos ultraprocessados são produtos feitos pela indústria e passam por muitas etapas de fabricação. Eles levam vários ingredientes artificiais, como corantes, conservantes, aromatizantes e realçadores de sabor, que deixam o alimento mais bonito e gostoso, mas não mais saudável. Diferente dos alimentos naturais, esses produtos quase não lembram os ingredientes de origem e costumam ter muito açúcar, sal e gorduras ruins, além de poucos nutrientes importantes.
No dia a dia, eles aparecem com facilidade na rotina, principalmente entre crianças e adolescentes. Refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, macarrão instantâneo, lasanhas congeladas, salsichas, nuggets, hambúrgueres industrializados, pães cheios de conservantes, doces e cereais açucarados são alguns exemplos. Esses alimentos dão energia rápida, mas quase não oferecem vitaminas, fibras e minerais, sendo chamados de “calorias vazias”.

O consumo frequente de ultraprocessados traz vários riscos. Eles aumentam as chances de ganho de peso e obesidade, favorecem doenças como diabetes, pressão alta, colesterol elevado e problemas do coração. Também podem causar falta de nutrientes importantes, prejudicando o crescimento, a imunidade e o rendimento nos estudos. Além disso, muitos desses produtos têm sabores que “viciam”, fazendo a pessoa querer comer cada vez mais.
Para fazer boas escolhas, o ideal é reduzir os ultraprocessados e dar preferência aos alimentos naturais ou minimamente processados. Frutas, verduras, legumes, arroz, feijão, ovos, carnes magras, leite e cereais integrais devem ser a base da alimentação. Trocar refrigerantes por água e preparar mais refeições em casa são atitudes simples que ajudam a cuidar da saúde e do corpo.
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